meio ambiente


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Vem aí a RIO+20.

Duas décadas após a Conferência das Nações Unidas sobre meio ambiente realizada na capital carioca, centenas de chefes de estado se preparam para debater novamente políticas e propostas para reduzir os impactos do crescimento econômico sobre os recursos naturais. Adalberto Marcondes faz parte da RBJA – Rede Brasileira de Jornalistas Ambientais. Também sou membro e acompanho diariamente na blogosfera opiniões e críticas a respeito das boas práticas que podem ser usadas no combate ao aquecimento global e preservação da biodiversidade. Algumas coisas são simples de se entender, como este depoimento.

 

+info em  cbja-rio2011.com.br 

 

Segue o relato da jornalista Ana Mascia Lagôa, radicada em Teresópolis, sobre a mobilização da sociedade civil pela reconstrução das cidades da região serrana do Rio de Janeiro.

” Em meio a toda dor do luto e do abandono em que a cidade se encontra, pequenos grupos de humanos que ainda acreditam que seja possível um acordo amistoso com Gaia seguem unindo forças e talentos na busca do renascimento. Pequenas e preciosas Fenix, que amam estas montanhas; vozes juvenis, outras nem tanto; artistas, sempre eles, nossa melhor safra nestes parcos 150 mil anos de peregrinações em busca da sobrevivência da espécie, bardos, poetas, cantores, tocadores, humanos muito queridos.”

 

www.sosmatatlantica.org.br

Nova produção da Disney sobre a vida nos oceanos.

 

Professor Titular da USP, José Eli da Veiga conversou comigo sobre a política ambiental brasileira e o papel da sociedade na construção de um mundo mais sustentável. Autor dos livros “Mundo em transe: do aquecimento global ao ecodesenvolvimento” e “Desenvolvimento sustentável – que bicho é esse?” José Eli faz uma análise dos cenários sociais e econômicos do Brasil, explora as diferenças entre propostas de desenvolvimento mais justas para as futuras gerações e algumas práticas adotadas pela indústria e governos no mundo todo.

 

A entrevista esclarece ainda algumas das razões pelas quais indicadores como PIB e IDH não serem mais suficientes para o entendimento de uma nação sustentável e traz novos questionamentos: após cúpulas como RIO-92, KIOTO-97 e COPENHAGUE-2009, quais as escolhas mais importantes que países ricos e emergentes devem fazer nos próximos anos e como o cidadão pode se informar e atuar melhor nesse contexto? Qual o papel da juventude e das lideranças comunitárias que se formam neste cenário acadêmico preocupados com o meio ambiente no século 21?

 

 

 

 

Minha gente, o país está em chamas!!

Há quase dois meses crescem os relatos de queimadas em praticamente todo o território nacional. Sinal de mudanças no clima? Talvez, mas a atividade humana continua como principal razão pela desgraça ambiental. A situação é tão crítica que a baixa humidade relativa do ar em algumas regiões se torna ainda pior com o tempo seco. E mais: as nuvens de fumaça estão ganhando corpo e em breve chegarão ao Sudeste e ao Sul do Brasil. Lembram do vulcão na Islândia que parou a Europa por algumas semanas? Pois então, espero que por aqui os prejuízos terminem logo, afinal, populações já foram afetadas, especialmente, no Mato Grosso. Alô agricultores!!! Chega de queimada para limpar terreno!!! Alô empresários!!! chega de chaminés torrando CO2!!! Alô consumidor!!! Chega de levar pra casa qualquer produto sem saber a procedência e questionar um pouquinho sobre como ele foi feito!!!

Volto a bater na tecla: precisamos rever nossas práticas de consumo e comportamento. A natureza sempre cobra um preço caro. Sempre. E a humanidade já está usando o cheque especial há tempos…

www.twitter.com/josebritocunha #chegadequeimadas

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