Com Sabrina nos meus ombros durante esta música inteira – e outras tantas – pude sentir a energia da banda inglesa. Energia acumulada  na carcaça e que me fará falta nos próximos dias. Podem falar o que quiserem os ditos amantes do Rock n`Roll, mas este evento evoluiu ao longo das suas quatro edições no Brasil e outras tantas na Espanha e Portugal. Hoje, com alguns excessos e artistas desnecessários na minha opinião, como Marron 5, Ke$ha e Claudia Leite, o Rock in Rio é um sucesso. Gostei de ver Frejat, Skank e Maná no dia que teve ainda Jorge Drexler, Zeca Baleiro e o tremendão Erasmo. Coldplay fechou com chave de ouro a noite de sábado. Outro ponto positivo foram as linhas primeira classe de ônibus. Muito organizado. Peguei na Lagoa sem problemas e na volta, de forma até surpreendente para uma evacuação de 100 mil pessoas, da mesma maneira. As vias secundárias da Cidade do Rock fechadas foram determinantes para a entrada tranquila do público. Sem o acesso de carros, vans e outros ônibus pela Abelardo Buento e Salvador Allende a massa caminhou em paz pelas diversas barreiras de ingressos. Para a próxima edição concordo que menos 15 mil pessoas em cada noite pode melhorar o fluxo e filas por serviços. De resto, o RiR foi Show!!