Ir ao Maracanã pra mim é isso: um dever cívico. Compromisso do qual não abro mão nem em aniversário de família. Vá lá, com algumas ressalvas, é claro. Estes na foto são prova de um ritual que se segue há tempos. Quando no Rio, todos se comunicam e, de uma forma ou de outra, tomam o caminho da arquibancada. Fernando, eu, João Pedro e Duda. Reparem que JP é um representante da nova geração de torcedores. Geração feliz, que já aprendeu a celebrar os bons momentos da vida.

 

Esta aí acima é outro fanático, talvez o maior deles, Pedro Augusto, um digno rubro-negro, capaz de honrar o compromisso da nação com planejamento familiar. Isto mesmo, de uma vez só o cabra aumentou em dobro o tamanho da torcida – com mais duas matrículas – que se juntaram aos 35 milhões de rubro-negros por todo o país. Outro predicado: em qualquer discussão acalorada que envolva o time da Gávea, ele nos convence, por A + B, que seus argumentos fazem sentido, mesmo que o sentido seja tomar mais uma gelada e continuar a discussão.

Mas o que vale é a emoção de viver ali, com os amigos, durante pouco mais de 90 minutos, sentimentos extremos, que nos levam ao delírio a  cada fração de segundo. Daqui a alguns dias vai ser a mesma coisa. Cerveja, turma reunida e o Mengão nos fazendo sofrer e sorrir.

Pra cima deles!!

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