gripe-suina

Escrevi há pouco o twitter e conversei com alguns amigos no Facebook. Hoje em dia, é praticamente impossível não conhecer alguém, que conhece alguém, que conhece alguém que viajou por aí. Seja pelo Brasil, América Ltina, Estados Unidos ou Europa. Resultado: estou em quarentena.

Cinco dias de repouso por ter ajudado um parente enfermo – parente não, porque o cabra é o cunhado e como já diz o ditado: cunhado não é parente, Brizola presidente – mas a princípio, o tal sofria de gastrite. Tempos depois recebeu diagnóstico da gripe H1N1. Vamos em frente.

Mesmo isolado do mundo e com aquela sensação esquisita de parecer um pacote de Antraz, a internet e os livros me fazem companhia. Pela rede, sigo em contato com todos. Já tive febre, pequenas dores de cabeça e agora estou melhor.  Descanso ao lado de minha mulher, Sabrina – também enclausurada – e Farofa, fiel cão-de-guarda-brincalhão e companheiro perfeito para estas horas.