Segue a chamada do programa Sala de Notícias Entrevista que vai ao ar nesta sexta no FUTURA. A conversa da vez é com a diretora de projetos para TV da Universidade Aberta de Londres, Anne Stevens.

O uso de teconolgias como a  televisão, o rádio, a internet e o telefone celular cada vez mais auxilia professores na dura missão de educar meninos, meninas, jovens e adultos no mundo inteiro. Pra quem perdeu o bonde da história e não teve a oportunidade de frequentar a  sala de aula, a opção surge como alternativa rápida e viável de ensino. Da Inglaterra vêm os primeiros casos de sucesso nesta proposta e Anne Stevens – linguísta de formação – tem vasta experiência no assunto. Ela destaca, entre outros fatores, a vontade de alguns alunos em aprender por conta própria, com orientação, mas sem a  presença constante do professor. Nestes casos, ele – o professor – só é requisitado quando necessário. Outro ponto citado pela especialista inglesa é a rapidez com que a tecnologia avança e como isso tem alterado a abordagem entre adultos e adolescentes no processo de educação. No Brasil, experiências como o Telecurso, da Fundação Roberto Marinho, são  exemplos de propostas que usam a TV como alternativa de ensino. Em alguns estados como o Acre, Pernambuco e o Rio de Janeiro, o modelo é usado como política pública complementar de ensino.

 

 

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