Ontem à noite, quando passeava com meu cachorro, Farofa, vi uma cena lamentável, que me instigou a escrever este post: cocô na calçada.

É impressionante a capacidade do ser humano de ignorar o patrimônio público. Esquecer que o papel que ele joga hoje na rua – ainda mais recheado de bosta – é o primeiro a entupir o bueiro amanhã durante um temporal e causar aquele engarrafamento gigantesco na volta pra casa por causa de enchentes.

Independentemente das consequências ao trânsito, é falta de educação. Um ato impensado, aliás, premeditado, pois o animal – não o cachorro – deve pensar: “ah, alguém passa aqui e limpa depois”.

Uma vez, quando cobri uma conferência sobre reciclagem em Vancouver, no Canadá, conversei com uma pesquisadora brasileira radicada por lá. “o brasileiro tem que aprender a considerar a rua uma extensão da sua casa”, dizia a especialista em consumo consciente.

É simples. Entendo que a falta de educação não é um problema de cada um e, sim, um mal da sociedade. Um povo mal-educado é fácil de ser enganado, já disse  uma vez o líder da revolução.

Com um misto entre a revolta e a esperança, deixo aqui com vocês uma peça do Instituto Akatu, organização da sociedade civil dedicada ao incentivo às boas práticas e ao consumo consciente.

 

Quem quiser pode conferir em breve no Jornal Futura um novo quadro pelo consumo consciente. Vai se chamar: VOCÊ PODE

O noticiário vai ao ar de segunda à sexta ao meio dia, com reprise às 17h.

 

Ah, só para constar, a frase acima é de Ernesto “Che” Guevara.

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www.akatu.org.br

www.futura.org.br