Vi há pouco no Jornal Nacional uma matéria sobre um novo tipo de papel que vem sendo desenvolvido pela Universidade Federal de São Carlos-SP. É sintético e feito a partir do plástico descartado. É ainda menos poluente porque utiliza menor quantidade de água e energia na sua produção, além de demandar um número menor de árvores cortadas no mesmo processo. É resistente e pode ser usado como rótulos de embalagens, etiquetas e até mesmo em livros escolares. Testado em uma papelaria, agradou e comprovou a qualidade do papel tradicional.

Já está, inclusive, patenteado. Aguarda apenas o interesse da indústria para aumentar a quantidade disponível no mercado. 

Alô Aracruz , Votorantin e cia limitada. Vale pensar no assunto!

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