Acompanhe aqui um pouco da minha carreira entre os anos de 2008 e 2012. Confira minhas experiências em campo, bastidores de reportagens e de algumas andanças por aí com fotografias tiradas do meu celular. Desde que bebi da água do jornalismo – em meados da década de 1990 – somei algumas horas-extras, descobri lugares inimagináveis a um jovem petropolitano, fiz novas amizades, aprendi e continuo aprendendo muito a cada relato de um entrevistado, de um amigo, de um colega de redação, daquele personagem que marcou uma série especial, ou ainda com uma denúncia, uma crítica… enfim, aprender é algo permanente e que nos faz refletir sobre o papel de um jornalista no mundo: o papel de, simplesmente, ser curioso, duvidar, questionar, além, é claro, de informar e investigar, respeitando valores éticos e o compromisso com a população. No entanto, percebi também que existem detalhes na vida que tornam o caminho de um jornalista algo mais agradável. Destaco dois: [rapadura é doce, mas não é mole, não] e [ouvir].

Aproveitem!

 

Nas redes sociais:  @josebritocunha