Acompanhe aqui um pouco da minha carreira entre os anos de 2008 e 2012. Confira minhas experiências em campo, bastidores de reportagens e de algumas andanças por aí com fotografias tiradas do meu celular. Desde que bebi da água do jornalismo – em meados da década de 1990 – somei algumas horas-extras, descobri lugares inimagináveis a um jovem petropolitano, fiz novas amizades, aprendi e continuo aprendendo muito a cada relato de um entrevistado, de um amigo, de um colega de redação, daquele personagem que marcou uma série especial, ou ainda com uma denúncia, uma crítica… enfim, aprender é algo permanente e que nos faz refletir sobre o papel de um jornalista no mundo: o papel de, simplesmente, ser curioso, duvidar, questionar, além, é claro, de informar e investigar, respeitando valores éticos e o compromisso com a população. No entanto, percebi também que existem detalhes na vida que tornam o caminho de um jornalista algo mais agradável. Destaco dois: [rapadura é doce, mas não é mole, não] e [ouvir].

Aproveitem!

 

Nas redes sociais:  @josebritocunha

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Faço questão de dizer: por mais que não pareça, isso é uma corrida. Cinco km no Aterro do Flamengo sob sol forte e abduzido por uma legião de almas coloridas e destemperadas. Participei da primeira edição da Color Run Brasil. Tempo: 31min 13seg. Fico até agora me perguntando: será que alguém mais levou esta corrida a sério? Creio que não. De qualquer maneira, fica a dica: #corraesejafeliz!

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Há momentos em que não é preciso nada a mais do que uma vista como esta. Pausa na correria para contemplar a natureza e retomar o pensamento.

Cena de um belo final de semana em Angra dos Reis. Na busca pelo limite do corpo humano, desbravadores mais parecem pingüins em alto mar numa grande corrente migratória.

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Sábado de manhã nas cercanias da Gávea. Era cedo quando tomava café no Instituto Moreira Salles no Rio e presenciei uma manifestação expontânea da vida selvagem. Uma lagarta lutando pela vida nas garras de um calango. Cena digna do National Geographic Channel (rsrs…) em plena paisagem urbana. Repare bem. Em meio aos pedregulhos uma mandíbula feroz.

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Vista do refeitório do meu trabalho no Rio Comprido. Assim fica mais fácil seguir com a rotina.

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Já postei aqui comentários, informações de bastidores e trechos do documentário “J. Carlos – a figura da capa”, que dirigi em 2009. Ao longo dos últimos anos me faltou tempo para divulgar este projeto.

Segue agora a obra completa.